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quinta-feira, 6 de julho de 2006

Dirceu ajudou o Índio Morales na "nacionalização"

Na Folha ,de hoje:
Bastidores


Dirceu se reuniu com Morales antes da nacionalização
Parlamentares bolivianos dizem que ex-ministro agiu como emissário do presidente Lula.
leia mais,imperdível!!!

No Ucho, 25/05:
Quando a extinta União Soviética deu adeus ao socialismo barato que insistentemente vende a tese do tudo comum a todos, não restou a Cuba outra opção a não ser mendigar até estruturar um plano político-financeiro capaz de sustentar, à base de gordas mesadas, um dos últimos redutos ditatoriais do planeta. Fossem verdadeiras as afirmações do comandante Fidel Castro, sua fortuna não estaria avaliada em pouco mais de US$ 900 milhões - a divulgação do fato irritou o mais famoso barbudo da política mundial - o que supera com certa largueza as economias da rainha Elizabeth II, da Inglaterra, enquanto cada cidadão cubano enfrenta a carestia do cotidiano com no máximo US$ 50 mensais.


Colocar em prática um plano tão ardiloso carecia das bênçãos papais, assunto que já abordei anteriormente, e nessa esparrela esquerdista tropeçou Carol Wojtyla, o finado João Paulo II. Cuba precisava mostrar ao resto do mundo algum tipo de avanço capaz de contrapor as mazelas da ditadura da ilha, e abrir o país para o catolicismo, mesmo que fosse para dividir espaço com a umbanda, foi a única saída que os que babam nas suíças castristas encontraram.

De lá para cá, a América Latina, em especial a do Sul, sofreu um lento e contínuo processo de esquerdização, cuja constatação não exige nenhum esforço descomunal do raciocínio. Em tese, a chegada de Luiz Inácio Lula da Silva ao Palácio do Planalto foi o ápice de um projeto tão criminoso quanto megalômano, a começar pela festa de posse financiada por Marcos Valério e seus camaradas.

Com o Partido dos Trabalhadores enveredando pela mesma seara da corrupção que por mais de duas décadas condenou com veemência, coube à ala rouge da política nacional adotar o discurso de que as elites dominadoras estavam tentando obstruir os supostos avanços sociais que Lula e sua turma dizem ter implantado, como forma de esconder o olor que escapava das coxias do poder. Na verdade, o único avanço que se viu foi o do MST na direção da propriedade privada, além do enxerimento de Hugo Chávez em assuntos que dizem conta apenas aos brasileiros.

Sonhando em fazer da ideologia política de Simon Bolívar o cardápio de seu cotidiano presidencial - Bolívar sempre defendeu a teoria de um ditador camuflado para parte da América do Sul - Chávez, estreitamente alinhado aos pensamentos de Fidel Castro, quer fazer do Palácio Miraflores uma espécie de quartel general do relançamento do comunismo utópico. Tal empreitada exige dinheiro de sobra, e para tal foi criada a farsa da nacionalização do gás boliviano.

Neófito nos truques da política, o boliviano Evo Morales, o líder cocalero que conquistou a presidência de seu país, cai no conto de Chávez e Castro, ambos muito bem adulados por ninguém menos que José Dirceu de Oliveira e Silva, o oficial militar cubano que nas paragens paranaenses é conhecido também como Pedro Caroço.

Caroço - ou Zé Dirceu, como queiram - eminência parda do governo Lula, agora manda muito mais do que quando ocupava a segunda mais importante sala do Palácio do Planalto. Dirceu está, além de livre, sem nenhum compromisso de Estado, o que lhe tomava boa parte do tempo, podendo dar tratos ao projeto de esquerdização das Américas.

A teatral balela do gás boliviano é mais uma armação dos barbudinhos da Botocúndia, que querem transferir ao cidadão a responsabilidade de reforçar o caixa 2 do chamado eixo do mal, agora turbinado com a presença de Evo Morales e a dedicação em tempo integral de José Dirceu, o ex-comissário palaciano que, mesmo negando, comandou o esquema de corrupção que naufragou o país do futuro no conhecido mar de lama do passado.

Desde o primeiro momento, essa brincadeira irresponsável de nacionalizar as reservas de petróleo e gás da Bolívia não convenceu. Segundo o próprio Lula, o povo boliviano é o mais pobre de toda a América do Sul, e com a irresponsabilidade do cocalero Evo deve ir à mingua, pois interromper abruptamente a produção e venda de gás e outros derivados de petróleo é levar a nação ao suicídio social e financeiro. Do contrário, é porque alguém vai financiar a atuação performática de Morales.

A estrutura do chamado mensalão foi criada para entupir os cofres petistas com no mínimo R$ 1 bilhão - a informação é do ex-secretário-geral do PT, Silvio Pereira - mas com toda certeza essa cifra já foi ultrapassada com folga. O plano de reforçar o caixa petista para garantir a reeleição do presidente Lula começou muito antes, mais precisamente quando, munido de um populismo barato, Lula começou a perdoar dívidas de países pobres. E aí, sim, cabe a pergunta: que diferença faria ao Brasil perdoar a dívida desses países ou deixá-los em nossos registros como inadimplentes? Não receberíamos um vintém sequer, como de fato não recebemos. Ou seja, aí teve mais um truque dos grandes e ninguém se deu conta.

Como a fonte do mensalão secou por conta das denúncias do nada santo Roberto Jefferson, a saída foi encontrar uma alternativa que estivesse fora do alcance do Tribunal de Contas da União e também da imprensa tupiniquim. Definida a estratégia, coube a José Dirceu, que diz atuar profissionalmente como advogado e consultor, articular a operação que fez da mãe de Evo Morales a mais imoral de todas as mulheres do planeta.

Analisar a política não é, nem mesmo de longe, um exercício fácil e pontual, mas o árduo e meticuloso trabalho de juntar fatos e descobrir suas co-relações. Dirceu, não faz muito tempo, esteve em Cuba para um suposto descanso, mas sua ida a Havana teve outro objetivo que não o ócio. Reportando-se ao seu mentor intelectual, José Dirceu traçou, junto com Fidel, as etapas do plano que desaguou na nacionalização irresponsável decretada por Evo Morales. Já de volta ao Brasil, Dirceu acertou com o presidente Lula a sintonia fina do plano criminoso para, em seguida, fazer uma viagem à Bolívia no melhor estilo bate-volta.

Supremos como se divindades fossem, os artífices do truque gauche desdenharam a capacidade de raciocínio dos demais, deixando detalhes da operação vazar sem a necessária costura ou blindagem. Aceitar que o chefe de uma nação diga que um país vizinho - que tem compromissos comerciais milionários com o Brasil - tem o sacro direito de fazer o que quiser, sendo que seu mandatário deve ser tratado com carinho e não com atitudes duras, é querer fazer de um país, com pouco mais de 183 milhões de habitantes, um circo com dimensões continentais.

De chofre, o presidente Evo Morales ficou indeciso, mas o xeque-mate veio com o perdão da dívida boliviana com o Brasil, em mais um ato demagógico e populista de Luiz Inácio da Silva. Para que a operação tivesse a chancela oficial da esquerda mundial, e Morales ficasse tranqüilo em relação às conseqüências da atitude que tomaria dias depois, Hugo Chávez levou o boliviano para um cara-a-cara com Fidel Castro, em Havana, horas antes do canetaço que caiu como uma bomba no setor energético do continente.

Não é de hoje que no Brasil algumas estatais são transformadas em douradas e lamacentas cornucópias pessoais, normalmente utilizadas para rechear os bolsos de aliados e pagar as contas da corrupção, mas o caminho a ser trilhado pelo PT daqui para frente afunilou rapidamente. Com a binacional Itaipu na linha de tiro e sob a investigação do Tribunal de Contas da União, o negócio foi armar algo além de nossas fronteiras, deixando a conta para a milionária Petrobras, onde José Dirceu tem, além de companheiros em cargos de confiança, parentes em posições de destaque.

Garantem os mais renomados físicos que os gases, via de regra, são incolores, mas podem exalar odores, mas esse da Bolívia tem cor de lama e cheira caixa 2.

3 comentários:

Anônimo disse...

Até quando vamos aguentar esses canalhas do PT?
A Justiça é lenta, os palamentares, corruptos e as Forças Armadas nem mandam um recado para o Lula.

Tiago Motta disse...

Além de juntar um bilhão para o PT, dobrou o patrimônio do presidente corrupto!

Anônimo disse...

É impressionante como ninguem fala
nada sobre a mão grande do índio
cocaleiro sobra a Petrobras.Toma
e fica por isso mesmo.Para mim o
molusco tá por trás disso,depois
que sair lá do planalto vai dividir
com o indio a empresa,só pode ser.
O exercito não se pronuncia,a tal
da OAB muito menos e o povo que é
trouxa não cobra de ninguem,ta
tudo certo.Ê Brasil!!!