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segunda-feira, 7 de agosto de 2006

Presidente Lula foge dos grampos usando celulares gringos e rádios nextel

O presidente Lula e seus principais estrategistas ou aliados estão falando ao telefone sem o menor pudor. Não temem que suas conversas possam ser captadas pelos famosos grampos. Eles estão usando rádios Nextel e telefones celulares cujos “chips” são registrados na Argentina e na Venezuela. As linhas são registradas em nomes de “laranjas” para não serem detectadas sequer nos países de origem da operadora da telefonia ou rádio. A tática também prevê a troca constante dos cartões de memória, para que nunca sejam rastreados.

Os aparelhos estrangeiros só podem ser “escutados” com autorização legal da Justiça daqueles países – o que dificilmente é concedido, ao contrário do que acontece no Brasil. Por aqui, uma ordem judicial mal formulada consegue que as Polícias Federal e Civil façam escutas “legalizadas” em telefones celulares, rádios Nextel e até em e-mails de cidadãos que são listados entre os suspeitos de crimes hediondos, como os investigados em casos de seqüestro ou tráfico de drogas e armas. Tais escutas acontecem nas próprias centrais de telefonia, onde a gravação não deixa dúvidas sobre o conteúdo e a origem dos personagens que participam dos diálogos grampeados.

Lula e sua equipe resolveram adotar os telefones com cartões de memória estrangeiros, depois que andaram vazando, na imprensa, várias conversas sigilosas feitas nos próprios telefones em uso, com números reservados e com chips trocados constantemente, pela Presidência da República, que eram dados como “seguros e limpos”, na gíria da “arapongagem”. O presidente Lula chegou a reclamar com a Agência Brasileira de Inteligência sobre a falta de segurança no sistema de comunicação da Presidência e cobrou providências.

A Abin intensificou as varreduras periódicas nos telefones fixos, celulares e nos ambientes dos Palácios do Planalto, da Alvorada, do Jaburu e da Granja do Torto. Além da Abin, o presidente e sua equipe contam com a consultoria informal de segurança prestada por ex-agentes russos da KGB (a extinta agência de inteligência da também falecida União das Repúblicas Socialistas Soviéticas). Foi dos russos, que também assessoram o presidente venezuelano Hugo Chávez, a idéia de usar os telefones “estrangeiros”, substituindo-os constantemente.

Um dos entusiastas do uso de aparelhos de celular estrangeiros é o marketeiro oficial da campanha presidencial de Lula, o baiano João Santana. Também adotaram o mesmo sistema de segurança “anti-grampos”, além do presidente Lula e sua equipe mais próxima, o também baiano Duda Mendonça (que continua como consultor informal da campanha petista, atuando na sombra) e o consultor de empresas e advogado José Dirceu de Oliveira e Silva (outro dos comandantes da campanha reeleitoral do PT), ao lado do ministro Luiz Dulci (o principal articulador dos discursos táticos de Lula, em comum acordo com a equipe de marketing).

2 comentários:

Clau disse...

Kozel, é inacreditável que uma coisa como essa não chegue aos órgãos de imprensa e que não sejam investigados. A gente leva o milho e eles já voltaram com a pipoca...São ladinos mesmo! Com relação ao din din de Chavéz, não é surpresa, né? Será que a oposição vai falar nisso? Vamos aguardar que a guerra vai ser mais suja do que poderíamos imaginar. Abraços

Leo disse...

Hoje não se destingue mais crime organizado e governo petista. São a mesma coisa no modo de ação, nos métodos e nas conexões internacionais. Será que um dia sairemos dessa?