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segunda-feira, 23 de outubro de 2006

CooPTado

Regime de exceção está começando ,

JUIZ A SERVIÇO DO CRIME PETRALHA


O juiz da 2ª Vara Federal de Cuiabá (MT), Jefferson Scheinneder, determinou ontem que os delegados Diógenes Curado e Luiz Flávio Zampronha, da Polícia Federal (PF), restrinjam a divulgação de informações relativas às investigações do dossiê contra tucanos. De acordo com o magistrado, a medida tem como objetivo evitar vazamentos que possam prejudicar a apuração dos fatos ou ferir os direitos de pessoas investigadas.

De acordo O Estadão , a decisão do magistrado também restringe o compartilhamento de informações entre a PF e a CPI dos Sanguessugas. Agora, os membros da comissão terão de ir para Cuaibá caso queiram dados do inquérito como cópias de depoimentos, perícias, cruzamentos de dados e análises de quebras de sigilos bancário, fiscal ou telefônico.

As restrições do magistrado ocorrem quando as lideranças da CPI acusam a PF de obstruir as investigações da comissão sobre a origem do R$ 1,75 milhão que o PT usaria para comprar o dossiê da família Vedoin. Ontem, o deputado Raul Jungmann (PPSPE), vice-presidente da CPI, ameaçou ingressar com mandado de segurança contra a PF, reclamando que o relatório parcial do inquérito vazou para a imprensa sem que a comissão tivesse analisado os papéis previamente.

No sábado, Scheinneder acolheu parcialmente pedido do PT para suspender o sigilo do inquérito, permitindo "única e exclusivamente" a divulgação do teor do relatório preliminar da PF sobre o dossiê.