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quarta-feira, 3 de outubro de 2007





Ten.-Brig. Ivan Frota.

Encontra-se em pleno desenvolvimento a maior operação psicológica da história, para convencer os habitantes do planeta de que a média das temperaturas na superfície da Terra está aumentando, perigosamente, devido a uma suposta impropriedade de comportamento da humanidade.

Tal campanha é viabilizada pela massificação da opinião pública com verdadeiro terrorismo noticioso, veiculado por um conluio da mídia mercenária e sem compromisso com a verdade.

Tem, ainda, como respaldo, um forjado consenso sobre essa fictícia emergência climática antropogênica, consenso, este, obtido de alguns cientistas internacionais, especialmente escolhidos, que não hesitaram em negociar a própria dignidade.

No decorrer dos milênios, as variações climáticas no Planeta Terra têm sido episódicas e aleatórias. Assim, tivemos, intercalados, períodos quentes e frios, sem qualquer vinculação com as atividades humanas.

No século X, a Terra viveu uma elevação de sua temperatura média, quando a Revolução Industrial ainda estava longe de ter início e, em seguida, já nos séculos XVII e XVIII, foi identificado um sensível resfriamento global, que chegou a suscitar, até meados do século XIX, a perspectiva alarmista de um novo período glacial.

Não seremos nós, pobres mortais, portanto, que iremos modificar o funcionamento deste complexo Universo.

No Brasil, os grandes veículos de comunicação têm desempenhado o lamentável papel de difusores remunerados de catastróficas previsões. Informações meteorológicas e programas especiais são divulgados na forma sensacionalista de propaganda subliminar, exibindo números falseados, onde as estimativas de temperaturas máximas são ressaltadas e as mínimas, desvalorizadas. Artifício semelhante é empregado com os períodos de estiagem e de chuvas.

A grande vedete desse movimento é o suposto acúmulo de resíduos de carbono na atmosfera, provenientes da eventual queima de materiais orgânicos e fósseis, entre outros, nas instalações industriais produtivas, a ponto de se pretender criar uma nova commodity – os “créditos de carbono”, que serão mais acumulados pelos que menos indústrias tiverem. Ou seja – em lugar do “padrão ouro”, agora, o “padrão carbono” – uma forma cínica de financiar a estagnação dos países emergentes.

Na realidade, este é o ápice de um processo manipulado com o objetivo de restringir o crescimento econômico mundial, como forma de preservar a posição hegemônica dos países principais e de conter o desenvolvimento dos demais, congelando assim essa relação de aspecto.

Tal campanha visa a assumir o controle das medidas desenvolvimentistas das “nações secundárias” e das suas reservas de recursos naturais estratégicos, por uma bem orquestrada ação de entidades supranacionais e de organizações não governamentais, capitaneadas por personalidades, convenientemente selecionadas, entre as quais, Al Gore e outros.

O Clube de Aeronáutica, como representante social de parcela da família militar, estatutariamente também, dedicado a defender os legítimos interesses da nacionalidade, vem denunciar esse movimento traiçoeiro que traz, em seu bojo, objetivos atentatórios à soberania brasileira e à própria saúde do planeta, neles sobressaindo, ainda, a intenção de impor controle internacional às iniciativas de desenvolvimento sustentável do País, com destaque, na região amazônica.

No momento, em que crises internas variadas agridem a Sociedade, esta, desatenta, não consegue perceber os riscos iminentes que se desenham nos horizontes nacionais, com a proliferação de verdadeira paranóia ambientalista.

O Estado Brasileiro não poderá deixar-se subjugar por essa invasão externa de sua privacidade institucional, e deverá exercer o dever de adotar urgentes medidas investigatórias, no seu mais alto nível, com vistas a desmistificar essa campanha insidiosa, financiada por um venal suborno de alcance planetário, de origens não claramente identificadas, que coloca os grandes órgãos de comunicação de massa, do País, prostrados de joelhos, a serviço de interesses alienígenas.

Perigo, sim, para o nosso Sistema Solar não será o eventual aquecimento de seus planetas, mas, com certeza, o inexorável resfriamento do “Astro Rei”, que já terá começado a alguns bilhões de anos...

2 comentários:

Malbert de Brasília disse...

...pois è, lembro perfeitamente nos anos 70, falava-se de uma iminente Era do Gêlo (obviamente por culpa da atividade humana).
Mais divertido acho quando dizem que em determinado lugar, nunca foi tão quente quanto no ano 1898 (p.ex.). Portanto naquele ano fez também o mesmo calor! As situações climáticas são cíclicas e modesta mente acho que vamos ter ainda esse calor por alguns anos, para depois voltar aos padrões anteriores (e aí, voltarão a falar de uma iminente Era do Gêlo...).
Muito são os interesses sobre essa estoria do aquecimento global e muitos tiram proveito. Entre estes os politicos e as grandes industrias. Somente na Suíça, aumentaram de 50 centavos o preço da gasolina, como "imposto para combater o aquecimento global", aprovado por grande parte da população. E' uma tristeza!...

Anônimo disse...

ZEPOVO

Concordo e defendo plenamente.
Este movimento existe e já tomou conta do mundo. As crianças apendem na escola que a agua vai acabar, na GLOBO todo sábado pela manha vem um galã dizer em tom preocupado que a Terra está com febre!
Greempeace e WWF estão se achando os reis da cocada preta!

Não sei bem onde querem chegar com isto, mas sei que é uma maneira de controlar as populações e empurrar politicas goela abaixo do povo.