Pesquisar este blog

Mostrando postagens com marcador Ave Caesar. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ave Caesar. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

A Insônia de Dilma

"DILMA INSONE": TEATRO EM UM ATO!
      
1. Abre o pano. Cama com lençóis e travesseiros espalhados. Livro aberto na cabeceira. Bolsa no chão. Copo d’água na mesinha. Dilma rola na cama: "Quantas vezes vou ter que dizer pra essa gente que notícias ruins não se dão antes de se ir dormir?! Estou cansada de saber que a panela do Lula sonha com a volta dele. Imagino a saudade que eles têm. Chamavam o Planalto de Disney. Como vão chamar Tremembé? Não acredito que essa quantidade de elogios que Lula me dá seja apenas para me empurrar para outubro e me imobilizar. O Santana exagerou na entrevista à Folha. Mas..., é próprio de marqueteiro. Essas fofocas que os elogios dele e de Lula são para me deixar calma até outubro e mais tarde me despachar para o lugar da Bachelet... Será possível? Lula não faria isso. Bastaria falar comigo."
     
2. Dilma vai ao banheiro, volta, anda e anda com a mão para trás, napoleonicamente, e deita. "Araújo voltou ao PDT. Vou me prevenindo. Brizola dizia que a política adora a traição. Agora inventam que a candidatura do Lula é a única forma de segurar o Eduardo Campos. Dizem que ele aceita ser vice. E que o PMDB se acomoda perto de uma caixa forte. E são tantas... Com o segredo, é claro. Lula? Será? Seria somar o Barão de Itararé ao Murphy: de onde não pode sair é que sai mesmo; se não pode acontecer, vai acontecer. Eu já jurei de pés e mãos juntos que nada tenho a ver com estas incursões da Polícia Federal às intimidades do Lula. Nada! São fofocas do Gilberto Carvalho. Se ele aceitasse um ministério, eu o tiraria daqui. E as meninas que me cercam são leais. Boto a mão no fogo. Mas, são umas santas. Ideli faz aquela cara de mulher-gato, mas os cardeais do outro lado da rua se divertem com ela."
  
3. Dilma põe a mão na bolsa no chão ao lado da cama, tira e põe um valium 10 na língua e sorve o copo d'água. "Agora eu durmo de qualquer jeito. Poderiam inventar um remédio pra dormir imune ao sonho. Ontem, Lula apareceu num pesadelo como Coringa. Sua gargalhada vinha com um hálito horrível. Agora inventou de viajar pelo mundo todo. Faz questão de ser recebido como presidente. E leva à tiracolo grandes empresários para mostrar que é ele mesmo o..., Cara. Pra que o Obama disse isso? Ele acreditou. E eu é que vou pagar o pato? Não acredito em nada disso. Mas canja, mingau e Araújo no PDT não fazem mal a ninguém."
  
4. Dilma dorme com cara assustada. Ressona e fala dormindo. Fecha o pano.

Fonte:blog César Maia 04.12.2012

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

O governo Lula acabou

CESAR MAIA

O PROCESSO de reeleição é muito recente no Brasil e ainda está amadurecendo. Um ponto positivo é o fato de ter um ciclo fiscal mais suave no primeiro governo, já que este poderá suceder a si mesmo.

Outro é que o tempo torna o governo e o governante inevitavelmente mais transparentes, mais previsíveis, o que ajuda o jogo democrático.
Mas o segundo governo é sempre um grande desafio, pois se torna menos crítico -não pode criticar a herança recebida-, a gestão da motivação é mais complexa, o fator surpresa diminui e, com ele, a taxa de sedução.
Por isso, a gestão do segundo governo deve ser pensada, desde o início, de modo diferente. Que novos desafios colocar? Como surpreender e sinalizar a renovação? Como evitar que a intimidade do eleitor se transforme em cansaço? Como motivar a equipe que já está enrolando os processos?
Uns chamam isso de ciclo de exaustão. Outros, de desgaste de material. Outros, ainda, comparam ao conceito contábil de depreciação.
Os ciclos políticos são magicamente decenais. Thatcher e Blair, desgastados depois de completar dez anos de governo, preferiram sair antes do fim do mandato, abrindo espaço e fôlego para a renovação. Helmut Kohl, com seus 16 anos no poder, foi uma exceção em regimes democráticos. O período de sete anos com reeleição, na França, foi reduzido para se ajustar a esse decênio. Nos EUA, o presidente pode ser reeleito uma vez e, depois, nunca mais pode se candidatar.
Com oito anos e sem retorno possível, aumenta a chance do segundo governo. FHC perdeu o segundo governo a partir da crise externa. Menem e Fujimori, independentemente dela, esgotaram suas capacidades de motivar e apontar esperança.
O poder político no Brasil ainda não desenvolveu uma tecnologia de gestão para o segundo governo. Com o tempo, certamente o fará. Para isso, dois elementos são fundamentais. O primeiro é ir inventando essa tecnologia. O seguinte é construir o segundo governo no primeiro ano.
A comunicação política em governo tem dois vetores constituintes dicotômicos. Um é a escola americana fundada nos anos 60, que chegou ao apogeu com Clinton assessorado por Dick Morris. Para essa escola, "todo dia é dia de eleição".
É um caminho de alto risco que só pode ser trilhado tendo uma estrutura de aferição/comunicação muito sofisticada. No Brasil, não se chegou a isso. Nos EUA, se tem respostas quatro horas depois do fato ocorrido, com base em pesquisa qualitativa realizada em dezenas de pontos do país, com vídeos pré-gravados e versões alternativas sobre o mesmo fato.
A outra escola foi -não é mais- a francesa, desenvolvida por Miterrand e sua assessoria chefiada por Jacques Séguéla. Para essa escola, o movimento do presidente deve ser oscilante entre aparecer e submergir. Diz Séguéla que a exposição presidencial contínua provoca queimaduras de terceiro grau. Talvez porque a França, na época, não contasse com a tecnologia americana. Hoje, talvez, Sarkozy conte com ela. Imagino que saiba o risco que corre.
O segundo governo Lula não enfrenta nenhuma dessas equações. Não se lançou a novos desafios. Não introduziu nenhuma gestão de motivação -ao contrário, mantém a forma de nomear no governo. Não renova seu próprio personagem -ao contrário, intensifica-o. Não amplia seu público -ao contrário, restringe-o.
Ingenuamente cria uma marca para o cotidiano, e tudo passa a ser essa marca, num "déjà vu" dos anos 50. Torna mais plástica a base de apoio, reforçando a memória mensaleira. A crise do setor aéreo evidencia a incapacidade administrativa.
Seu único ponto de alavancagem -a expectativa de que nos dois últimos anos a economia crescesse acima dos 5%- foi abalado pela crise imobiliária nos EUA. E ainda se ilude com a idéia de que as reservas resolvem tudo. Não resolvem nada, pois a crise é no setor real. Vai derrubar a economia americana e estabelecer um teto de crescimento para as economias articuladas, como a do Brasil.
Torça para que se chegue a 2010 com esses 4%. Não há inovação, o discurso populista se torna translúcido, a prática política tradicional se acentua, a economia tem teto, os setores do governo não têm motivação, a ideologia é sepultada.
Ao seguir a escola americana, termina justificando a francesa. A queimadura já é de segundo grau e avança.
O apagão dos apagões é o apagão de criatividade. O governo Lula acabou. Sua intuição sabe disso. Por isso, as vaias doeram tanto. O eleitor percebeu antes dos analistas.


segunda-feira, 2 de julho de 2007

Jogos Panamericanos no Rio:Um tremendo equívoco brasileiro.


Uma cidade onde a população é refém dos bandidos e impera o caos inflingido pelos traficantes ,balas perdidas,a insegurança reina absoluta,é,sem dúvida,o cenário menos apropriado para os jogos panamericanos de 2007.
E o que se gastou?
3.2Bilhões dos quais 46% de origem do Governo Federal.



É um absurdo tão grande, ver tanto dinheiro que poderia ter sido usado para investir em segurança.

E só serve pra o megalomaníaco César Maia ficar se autopromovendo(?) naquela merda de exblog.

quarta-feira, 2 de maio de 2007

César Maia :vítima da própria incompetência

Usado na escolta do prefeito Cesar Maia, o Santana prata placa LCD-3810 foi furtado ontem à tarde, na Barra da Tijuca. No interior do veículo, havia um fuzil AR-15 e cinco carregadores — dois com munição 5.56 e três de pistola calibre 40. O carro estava sob a responsabilidade de dois sargentos da Polícia Militar e um guarda municipal, que atuam na segurança do prefeito. Cesar Maia classificou o episódio como descuido e assegurou que o caso será investigado pela Coordenadoria Militar da prefeitura.

quinta-feira, 22 de março de 2007

Gestapo e SS,o governo Lula da PF sob o comando do pulha Tarso Genro -a situação vai piorar ...

Lendo este depoimento no ex-blog do César Maia,começo a me preocupar com uma PF que já está partidarizada,imagine sob a alça de mira do escrotésimo Tarso Genro,a quem nem a filha xiita agüenta...
Leia :

KGB EM PLENA AÇÃO! PERSEGUIÇÃO E CENSURA!
1. As comunidades de jovens tipo orkut usam uma adjetivação aberta para atrair pessoas ao debate. Nomes chamativos. Assim é comum se encontrar comunidades tipo "odeio...", "quero ver no inferno...", "se morrer tanto melhor..."2. Só que agora a própria Policia Federal -sob comando do PT- resolveu censurar comunidades tipo orkut, que use adjetivações fortes em relação ao presidente ou ministros.3. Leia esse depoimento:A) Meu nome é Arthur Rodrigues, sou morador do Rio, tenho 24 anos e mestrando em Direito Internacional na UERJ. Além disso, há muitos anos sou oposição ao governo do Lula. Hoje, no entanto, vivenciei umas das maiores barbaridades que poderia imaginar e por isso venho aqui enviar-lhe este e-mail. Em 2004 fiz minha conta no orkut e na mesma época criei as comunidades, PSDB e Morte ao Lula, além de outras. Ambas fizeram relativo sucesso, até o fim do ano passado quando foram excluídas por razões desconhecidas, mas que eu atribuí a hackers graças à proximidade das eleições.B) Há três meses, porém, o porteiro do meu prédio indicou que supostos policiais vinham procurar-me na minha casa. Não estava em nenhum dos momentos, assim que sempre pedi ao zelador que solicitasse o telefone aos oficiais, sem sucesso. Procurei a polícia federal em dezembro, mas não souberam me informar. Há poucas semanas, na terceira "visita", resolveram deixar o telefone e marquei uma reunião hoje (19 de março) às 16:00 horas com o Sr. Arnaldo, da Equipe Bravo, do Núcleo de Operações da Delegacia Fazendária, 2º andar, sala 31, da PF da Praça Mauá.C) Chegando lá fiquei sabendo que o tema era o orkut e a comunidade do Morte ao Lula. O policial me informou que a solicitação de identificação veio de Brasília, de alguma repartição ligada à Segurança Institucional, pediu que eu confirmasse a autoria do projeto, eu confirmei e afirmei contudo que se tratava de uma alegoria (inclusive havia um cartoon do Lula sendo guilhotinado). O policial continuou, vendo que eu era estudante de Direito (ao que corrigi dizendo que sou formado) disse que se tratava de assunto sério, que eu deveria ser mais cauteloso, etc. Eu respondi que estava no meu Direito Constitucional à oposição, que na própria comunidade diversas vezes foi dito que o objetivo não era a formação de qualquer projeto assassínio, que éramos pacíficos, etc.
D) Finalmente, no fim do dossier, havia uma notícia, não sei de qual jornal, que dizia do acordo entre a PF e o Google, de excluírem comunidades diretamente. O que me causou espanto foi a coincidência do período (que não sei dizer quando ao certo) entre a exclusão entre as comunidades do PSDB e esta contrária ao presidente. Não sou filiado a nenhum dos partidos e atualmente estou bastante distanciado de quaisquer atividades políticas.D) Finalmente, no fim do dossier, havia uma notícia, não sei de qual jornal, que dizia do acordo entre a PF e o Google, de excluírem comunidades diretamente. O que me causou espanto foi a coincidência do período (que não sei dizer quando ao certo) entre a exclusão entre as comunidades do PSDB e esta contrária ao presidente. Não sou filiado a nenhum dos partidos e atualmente estou bastante distanciado de quaisquer atividades políticas.Agradeço imensamente a atenção dispensada,
Arthur Rodrigues.

segunda-feira, 23 de outubro de 2006

A opção pela mediocridade
Duas matérias no Financial Times online de domingo demonstram que uma "ampla vitória" de Lula significa um pacto com a mediocridade, com o crescimento baixo, com a ausência de reformas e a transformação da expressão "privatização" em um autêntico palavrão. Pior: os jornalistas J. Wheatley e R.Lapper perceberam corretamente que não só Lula está abandonando a modernidade, mas o próprio candidato Alckmin está sendo forçado a negar e renegar idéias de reformas e de privatização para não perder votos. O nome para tudo isso: uma tragédia brasileira. Os eleitores não se incomodam com a corrupção, mas não querem saber de privatização.

Links abaixo.


Prospect of big Lula victory raises fears over reform

Privatisation is a dirty word

sábado, 7 de outubro de 2006

Alo Alckmin ,alo Luiz Gonzalez! O negócio é fazer o Apedeuta suar!

César Maia ,com informação relevante na sua newsletter(fazia tempo q isso não acontecia!)
O estilo do Geraldo e sua frieza garantem que ele não perderá nenhum debate. Mas também, normalmente, não vai criar situações para Lula perder. Tende a ser um empate morno. Lula tende a se acomodar num debate morno. Mas Geraldo tem uma vantagem: a imagem. Lula tem uma imagem surrada, aparece em vídeo,( entrevistas..), como nervoso, ou falsamente calmo, e o que é mais grave: sua com facilidade.
Para que as horas de preparação, de debate e de entrevistas em seguida, e de madrugada com sono dificultado pela excitação do dia/noite, não sejam totalmente perdidas, Geraldo deveria levar uma pergunta que ajudasse Lula a suar. Não precisa ser agressivo, basta tocar no ponto com uma informação que Lula pensa que Geraldo não tem ou que Lula não tem ainda. Imagine-se Geraldo informando quem deu o dinheiro do dossiê ou abrindo a informação sobre as contas do Okamotto ?
Ao contrário do julgamento dos especialistas, analistas, políticos, intelectuais,....um show de sapiência ou derrapadas técnicas, não mudam nada no debate. As pessoas assistem os debates, conversando, reclamando do filho, pedindo água,......Mas, podem ter importância nos dois dias seguintes. Todos devem saber que a repercussão dos debates tem um publico tão grande, ou maior que os debates. Portanto preparar os leads do dia seguinte é mais importante que querer vencer o debate de qualquer forma.