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sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Ideli tenta mudar o foco

A líder do bloco do governo, senadora Ideli Salvatti (PT-SC), pôs hoje um "freio" na CPI das ONGs, que vai investigar irregularidades nas organizações não-governamentais, ao afirmar que a apuração não pode se estender à Rede 13, que teve entre seus criadores Lurian Cordeiro, filha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Se esta CPI tiver como objetivo reproduzir a CPI dos Bingos, só para atingir o presidente Lula, não estará fazendo um grande serviço à Nação", alegou. "O que não se pode é trazer para investigação só porque, quem sabe talvez, haja a possibilidade de chegar ao presidente da República". A líder afirma não ter informação de que a Rede 13 recebeu dinheiro público. A informação que corre no Senado é outra. Segundo parlamentares, a ONG que teve entre seus criadores Lurian e o ex-churrasqueiro de Lula, Jorge Lorenzetti, que funcionava como um braço do Fome Zero - e que já foi extinta - teria recebido de governo federal R$ 7,5 milhões. A denúncia levanta a suspeita de que a organização atuava como veículo de repasse de verbas públicas a petistas
Segundo a CPI dos Bingos, Lorenzetti teria sido indicado pelo presidente para atuar como protetor de Lurian, inclusive saldando cerca de R$ 70 mil de dívidas pessoais da filha. Teriam sido saldadas por Lorenzetti antes da extinção da ONG gerenciada por ela no segundo semestre de 2003.

3 comentários:

Alexandre Core disse...

Kozel,

Deixei no blog um convite para você. Fique à vontade para aceitar ou declinar com naturalidade.

abrs,

Anônimo disse...

ZEPOVO
Chega de CPI. Nenhuma deu em nada e nunca vai dar. Se existe algo errado denúncia ao Ministério Público com pedido de investigação.
O resto é balela para auto promoção de parlamentares inúteis que só assim aparecem na mídia.E pior, enquanto a CPI faz seu show o País fica estagnado esperando os grandes depoimentos e as baixarias na Camara.
Vão trabalhar pelo Brasil,inúteis!

SHERLOCK disse...

Concordo com o Anônimo. Essas CPIs só servem para palco. Melhor reforçar o Ministério Público que ele realmente age.

Afinal de contas, os relatórios das CPIs sempre vão parar no Ministério Público, portanto poupa-se dinheiro gasto aos rolos e não deixa o povo frustrado com os resultados pífios da respectivas CPIs.