A líder do bloco do governo, senadora Ideli Salvatti (PT-SC), pôs hoje um "freio" na CPI das ONGs, que vai investigar irregularidades nas organizações não-governamentais, ao afirmar que a apuração não pode se estender à Rede 13, que teve entre seus criadores Lurian Cordeiro, filha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Se esta CPI tiver como objetivo reproduzir a CPI dos Bingos, só para atingir o presidente Lula, não estará fazendo um grande serviço à Nação", alegou. "O que não se pode é trazer para investigação só porque, quem sabe talvez, haja a possibilidade de chegar ao presidente da República". A líder afirma não ter informação de que a Rede 13 recebeu dinheiro público. A informação que corre no Senado é outra. Segundo parlamentares, a ONG que teve entre seus criadores Lurian e o ex-churrasqueiro de Lula, Jorge Lorenzetti, que funcionava como um braço do Fome Zero - e que já foi extinta - teria recebido de governo federal R$ 7,5 milhões. A denúncia levanta a suspeita de que a organização atuava como veículo de repasse de verbas públicas a petistas
Segundo a CPI dos Bingos, Lorenzetti teria sido indicado pelo presidente para atuar como protetor de Lurian, inclusive saldando cerca de R$ 70 mil de dívidas pessoais da filha. Teriam sido saldadas por Lorenzetti antes da extinção da ONG gerenciada por ela no segundo semestre de 2003.
"Não concordo com uma palavra do que dizes, mas defenderei até a morte o teu direito de dizê-lo."
3 comentários:
Kozel,
Deixei no blog um convite para você. Fique à vontade para aceitar ou declinar com naturalidade.
abrs,
ZEPOVO
Chega de CPI. Nenhuma deu em nada e nunca vai dar. Se existe algo errado denúncia ao Ministério Público com pedido de investigação.
O resto é balela para auto promoção de parlamentares inúteis que só assim aparecem na mídia.E pior, enquanto a CPI faz seu show o País fica estagnado esperando os grandes depoimentos e as baixarias na Camara.
Vão trabalhar pelo Brasil,inúteis!
Concordo com o Anônimo. Essas CPIs só servem para palco. Melhor reforçar o Ministério Público que ele realmente age.
Afinal de contas, os relatórios das CPIs sempre vão parar no Ministério Público, portanto poupa-se dinheiro gasto aos rolos e não deixa o povo frustrado com os resultados pífios da respectivas CPIs.
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